segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A JAQUETA PRETA


Uma família, pai, mãe e um casal de filhos, decidiu jantar no shopping. Todos escolheram seus pratos, comeram e depois foram ao cinema.
O filme terminou tarde, e quando estavam indo embora, a menina percebeu que tinha perdido sua jaqueta. Ansiosa, perguntou para a mãe:
- Mãe, você está com minha jaqueta?
A mãe respondeu:
- Não, filha... será que ficou no cinema?
E a menina, pensativa, disse:
- Não sei ... vamos lá.
Disse isso chorando, e a mãe foi com ela até o banheiro.
Mas nada encontraram.
A menina, chateada até pediu desculpas por ter perdido a jaqueta.
- Desculpa, mãe, porque eu perdi a jaqueta. Você fala pra gente cuidar das nossas coisas... desculpa!
Nesse momento, o irmão da menina, saiu correndo e gritou:
- Eu vou procurar um segurança, e vou achar sua jaqueta. Fica calma, maninha!
Depois de muito procurar, conseguiu falar com um segurança e pediu ajuda para encontrar a jaqueta da irmã.
O menino voltou mais animado, certo de que o problema já estava resolvido.
A mãe, porém, não querendo dar falsas esperanças, alertou:
- Filho, ele é só um segurança, não tem nada a ver com coisas que ficam perdidas por aí. Ele cuida da área dos restaurantes.
Mas o menino discordou e falou com certeza:
- Não, mãe, o segurança vai achar a jaqueta da minha irmã.
Enquanto isso, a menina chorava inconformada.
Depois de algum tempo, com o shopping com todas as lojas fechadas, o segurança apareceu e perguntou:
- A jaqueta da sua filha é azul?
A mãe respondeu:
- Não, é preta.
Nesse momento, o segurança, pegou o rádio de comunicação e informou que a jaqueta que a família procurava era preta.
A mulher, já mais animada, falou com o segurança.
- Não acredito! O senhor tem como achar a jaqueta da minha filha?
E o segurança respondeu:
- Oitenta por cento das coisas perdidas aqui no shopping são recuperadas.
A mulher olhou para os filhos, os abraçou e disse entusiasmada:
- Nós vamos encontrar a jaqueta...
E se virando para o menino elogiou:
- E você é o nosso herói.
Eu nunca pensaria em falar com alguém sobre isso. Eu teria ido embora. Estou orgulhosa de você. Mesmo que a jaqueta não apareça, parabéns por sua atitude, continue assim!
Depois de mais algum tempo de espera, apareceu uma moça perguntando a cor e modelo da jaqueta.
A família acompanhou a moça por algumas áreas restritas.
Depois de algum tempo, entraram numa sala onde havia uma grande caixa, com várias roupas. A moça enfiou a mão no meio daquelas roupas e puxou a jaqueta preta, para alegria de toda a família.
Nesse momento, o pai, a mãe e a menina, gritaram felizes para o menino:
- Você é o nosso herói!
Então todos se abraçaram.

O QUE APRENDEMOS:

A jaqueta é algo material que pode ser esquecida.
Mas a grande lição vivida através desta história, não.

O menino nos mostrou que não podemos desistir tão facilmente dos nossos objetivos. E que sempre vale a pena ser uma pessoa de atitude positiva, que busca a solução diante de um problema.

André Lyra

domingo, 6 de fevereiro de 2011

PÉ GRANDE,CORAÇÃO MAIOR...


Estava fazendo um calor insuportável naquele dia. Todos procuravam alguma coisa para se refrescar. Uma sorveteria parecia ser uma boa opção. Principalmente para uma menina de apenas seis anos. Ela entrou na sorveteria segurando firme seu dinheiro. Mas, antes que ela falasse qualquer coisa, o dono, irritado, a mandou sair, ler a placa na porta, e só voltar quando estivesse usando sapatos. A menina saiu devagarinho, de cabeça baixa e muito decepcionada. Um homem muito grande a seguiu, e após a ver ler a placa, onde estava escrito: “Proibido entrar descalço”. As lágrimas começaram a rolar no rostinho da menina. Ela não tinha o que calçar. O homem grande, então, chamou a menina e os dois se sentaram na calçada. Para surpresa da menina, o homem grande tirou seus sapatos tamanho 45, os colocou na frente da menina e disse: - Aqui você não vai conseguir andar com eles, mas se você os arrastar até lá dentro vai poder comprar o seu sorvete." A menina, mais animada, se levantou e enfiou seus pezinhos rapidamente naqueles enormes sapatos rapidamente. O homem, tentando dar ainda mais segurança para a menina, disse: - Não precisa correr, estou cansado de ficar de sapatos, e será muito bom ficar sentado aqui sem eles, tomando meu sorvete. Era impossível não perceber o brilho nos olhinhos daquela criança, à medida que, arrastava os grandes sapatos até o balcão para comprar o seu tão desejado sorvete. Aquele homem parecia um gigante de tão grande. Mas acima de tudo, ele tinha um imenso coração.

O QUE APRENDEMOS:

Fazer o bem aos outros, é fazer o bem a si mesmo!!!

PENSE NISSO
André Lyra

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

OS CONSULTORES


Uma indústria de calçados desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores, a pontos diferentes daquele país, fazer as primeiras observações do potencial do futuro mercado. Depois de alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou a seguinte mensagem, através de um email, para a direção da indústria: "Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos ". Sem saber desse email, alguns dias depois, o segundo consultor mandou a sua mensagem: "Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda." A mesma situação, que era um grande obstáculo para um dos consultores, era uma fantástica oportunidade para outro.

O QUE APRENDEMOS:

Na vida acontece a mesma coisa. Tudo pode ser visto de formas e maneiras diferentes. O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz TODA a diferença!!!

André Lyra

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

TIRANDO DÚVIDAS...


A mulher precisa que lhe digam diariamente que ela é amada e adorada, e as provas de que ela necessita são as palavras de seu parceiro e a intimidade com ele. A lista das coisas que elas mais gostam de ouvir inclui: “Eu te amo”, dito das mais diferentes maneiras possíveis, como “você é linda”, “você fez uma comida maravilhosa”, “você se saiu muito bem nisso” ou até um telefonema inesperado em que ele diz que está pensando nela. Demonstrar apreço por qualquer coisa que ela faça em casa também é algo que a mulher identifica como uma expressão de amor. Em casos de divórcio, uma das queixas mais frequentes das mulheres é de que os homens não lhes dão valor e nunca reconhecem sua dedicação ao lar. Para as mulheres, se um homem a ama, ele deve demonstrar isso todos os dias com palavras e ações. Trata-se de um conceito difícil para o homem entender porque ele expressa seu amor “fazendo coisas” para ela, como instalar o computador, trabalhar e pagar as despesas. O cérebro masculino é organizado para medir o valor e a contribuição do homem pelo que ele faz ou conquista e não pelo que diz ou sente.


André Lyra

PAPO SÉRIO


Imagine o seguinte: você está sozinho no planeta Terra; toda humanidade desapareceu. O que você será? Inteligente ou tolo? Bonito ou feio? Um pessoa notável ou apenas uma pessoa comum? O que você será? Sozinho na Terra – toda a humanidade desapareceu – você será apenas você mesmo. O problema é que você se compara o tempo todo e por isso nunca está contente com aquilo que você é, seja o que for. Então você permanecerá irremediavelmente miserável, porque você não pode ser outra coisa. Você só pode ser você mesmo. Nada mais é possível. Tudo o mais é fútil, prejudicial, perigoso. Você pode desperdiçar sua vida inteira, toda sua existência. Aquilo que você é, seja o que for, é você. Aceite-o; não deseje ser diferente. Quando você se aceita, muitas coisas começam a acontecer, e a primeira delas será uma vida não-tensa. Não haverá tensão. Você não deseja ser algo mais. Não há comparação. Você é único. Não pensa mais em termos de outros. E, é aí, que acontece o paradoxo da transformação: quando você se aceita tal como é, a transformação se inicia.

REFLITA!

André Lyra

MINHA PALAVRA


A China prepara uma reforma legal que pode castigar os filhos adultos que não visitam os próprios pais idosos, que durante milênios foram venerados por tradições religiosas. A reforma da lei assinala que "os familiares não devem abandonar os mais velhos e, se não viverem no mesmo local, devem visitá-los frequentemente". O texto abre a possibilidade de levar casos aos tribunais. Isto posto, vamos ao ponto, : O ato de visitar é um gesto de devoção, não de obrigação. Se uma pessoa que não gosta de seus pais for obrigada a visitá-los poderá, no mínimo, maltratá-los com palavras. A visita em vez de despertar o amor causará dor. A pessoa sente o que sente, ninguém pode dar ordens ao próprio coração e, muito menos, não se pode amar ninguém por uma obrigação legal. Isso é impossível. Entretanto, não quero dizer que o filho não deva se responsabilizar financeiramente pelo bem-estar dos pais.
A lei não tem como impor sentimentos mas tem como controlar pagamentos, ou seja, não pode obrigar a amar, mas pode obrigar a sustentar.


André Lyra

Para Refletir


Espero passar por este mundo, mas só uma vez. Qualquer bem que eu possa fazer pelos outros, ou qualquer gentileza que possa demonstrar qualquer criatura, quero fazê-lo agora. Não permita que eu protele ou negligencie este objetivo, pois não voltarei a trilhar esta estrada. (atribuída a um missionário francês que viveu lá pelos anos de 1800)


André Lyra