terça-feira, 30 de novembro de 2010

DECIDINDO O FUTURO


Adriano foi buscar um amigo no aeroporto e o procurava no meio das pessoas. De repente, um homem, segurando duas malas, se aproximou e começou a cumprimentar a família que o esperava. Pareciam estar com muita saudade. Primeiro o homem abraçou o filho mais novo, que deveria ter uns 6 anos. Se separam um pouco, mas continuaram se olhando. Foi quando Adriano ouviu o homem falar para o menino: - É tão bom te ver, filho... eu senti tanta falta de você! O menino, feliz e ao mesmo tempo tímido, disse emocionado: - Eu também, papai! Em seguida, o homem abraçou o filho mais velho. Enquanto isso, um bebê estava nos braços da mãe, agitado, parecendo ansioso pelo carinho do pai, que o colocou no colo e disse: - Oh, minha princesinha, que saudade! Adriano, que acompanhava aquela “reunião” em família em pleno aeroporto, ficou mais admirado quando o homem deixou o bebê no colo do filho mais velho e olhando na direção da esposa falou: - O melhor, por último! Disse isso, e deu um longo e apaixonado beijo na esposa. Em seguida, olhou nos olhos da mulher e declarou seu amor. Marido e mulher ficaram se olhando, de mãos dadas, felizes. Pareciam recém-casados. Adriano continuava atento, mas de repente, começou a sentir a sensação de estar invadindo algo sagrado, e sem perceber, pensou alto: “Emocionante! Quanto tempo de casados eles devem ter?” E, para sua surpresa, o homem respondeu: - Temos 14 anos de casados. Então, Adriano quis saber: - E quanto tempo você longe? O homem respondeu feliz: - Dois dias inteiros! Ao ouvir aquela resposta, Adriano ficou mais surpreso. Pois imaginava que aquele homem tinha ficado meses longe de sua família, e falou: - Bom, eu espero que o meu casamento de 12 anos seja assim, apaixonado, como o seu. O homem ficou sério, e olhando nos olhos de Adriano, disse: - Não espere, amigo... DECIDA! Disse isso, apertou a mão de Adriano, e já se despedindo falou: - Que Deus o abençoe! Adriano se distraiu vendo aquela família sair, e nem percebeu que seu amigo tinha chegado e chamava sua atenção: - E aí, Adriano? Está me procurando? O que você está olhando? E, Adriano com voz decidida respondeu: - O meu futuro... estou olhando o meu futuro!

O QUE APRENDEMOS:

Esta linda lição nos mostra que: Tudo depende de nós e que podemos lutar por um futuro melhor e cheio de amor ao lado da nossa família. Mas precisamos DECIDIR que assim seja!!!

PENSE NISSO!

André Lyra

SEMPRE RESTA UMA ESPERANÇA


Numa noite muito fria, um mendigo procurou um abrigo onde pudesse se aquecer e dormir. Mas enquanto dormia, veio alguém e roubou o único cobertor que o protegia do frio. Durante a madrugada, ele acordou com o corpo gelado e tremendo de frio. Então, percebeu que alguém tinha roubado seu cobertor. Mas, ao invés de desesperar, o mendigo olhou para o céu e disse: - Que bom que o ladrão não me roubou a lua! O QUE APRENDEMOS:

Essa simples história nos mostra que sempre existe esperança para qualquer problema em nossa vida. E que jamais devemos nos desesperar !!!

PENSE NISSO!

André Lyra

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

QUANDO É PRECISO DISER NÃO


Amados, O vigia de uma cidadezinha tinha a função de manter acesa a luz do farol. Para isso, bastava abastecê-lo com óleo dia e noite. Era um trabalho de muita responsabilidade, pois aquele farol guiava os navios que passavam por um local estreito e perigoso, cheio de rochas. Próximo ao farol, havia uma vila, e um morador de lá, sempre ia procurar o vigia para pedir um pouquinho de óleo para suas lamparinas. O vigia, muito bondoso, nunca dizia não. Com o tempo, o vigia gastou todo o suprimento de óleo do farol e, pouco a pouco, a luz da importante torre foi enfraquecendo, até se apagar completamente. O vigia ficou apavorado quando viu diante dele o quadro que ele mesmo ajudou a “pintar”: sem a luz do farol, um grande navio cheio, de tripulantes, se aproximou do estreito, bateu nas rochas e afundou. A atitude insensata e irresponsável do vigia, ainda que bem-intencionada, acabou provocando a morte de muitas pessoas.

O QUE APRENDEMOS:

Se nos desviamos das nossas responsabilidades, poderemos causar perdas para quem depositou confiança em nosso trabalho!!!
Por isso, em alguns momentos da vida, temos de agir com firmeza e saber dizer não!!!

André Lyra

A PAZ É AZUL


Era uma vez uma pequena cidade onde vivia um menino chamado Léo. Certa manhã, Léo acordou bem cedo gritando para todo mundo ouvir, que teve um lindo sonho e descobriu qual a solução para os problemas dos homens. Léo dizia que os problemas existiam porque os homens eram muito nervosos, impacientes e, assim, não conseguiam resolver as questões mais simples. E a solução de todos os conflitos dependeria da calma dos homens.
O negócio era o seguinte: sempre que alguém ficasse nervoso e irritado, deveria olhar para o céu e se concentrar em todo aquele azul, porque logo assim a paz voltaria.
E daquela manhã em diante, Léo procurou convencer todo mundo de que, se tudo fosse pintado de azul, os homens não brigariam mais, pois estariam sempre tranqüilos.
Para espalhar sua idéia por todo o mundo, Léo resolveu escrever uma carta para cada presidente e cada chefe das nações mais "importantes".
Léo pensava que se eles aceitassem seu plano de pintar tudo de azul, o mundo seria diferente. E a Paz certamente voltaria!
O menino enviou as cartas e ficou esperando por uma resposta. Esperou, esperou, mas nada. Ele pensou, então, em escrever ao Presidente da República.
Léo argumentou que nosso país seria um exemplo para os outros países que se achavam mais "importantes" e, assim, todos acabariam entendendo e copiando o azul.
Léo acreditava que assim, a Paz reinaria na Terra, afinal.
O menino enviou a carta e esperou, esperou, esperou e... nada de resposta. Léo esperou, esperou, esperou e ... nada de resposta. Desanimado, ele sentou-se à sombra de uma grande árvore que ficava em frente à sua casa. O menino abaixou a cabeça e começou a chorar. Chorou tanto, mas tanto, que acabou adormecendo ali. Quando acordou, Léo olhou para sua casa do outro lado da rua. E teve uma grande surpresa. Por incrível que pareça, só agora ele tinha percebido que sua casa era amarela. E, já estava até desbotada. O menino, então, se levantou e disse:

- Já sei! isto depende de mim e de mais ninguém! A minha casa vai ser azul!. Com a ajuda de alguns amigos pintou sua casa de azul. E de uma maneira muito simples: Léo fez aquilo que ele dizia para os outros fazerem. O menino se sentia muito feliz e entendeu que, agora sim, tinha dado o primeiro passo para conseguir tornar o mundo todo azul. E a partir daquele dia a ... se alguém estava triste, aborrecido, olhava aquela bela cor e dava até um pequeno sorriso. Muitas pessoas gostaram tanto daquela cor, que acabaram também pintando suas casas. Léo percebeu, enfim, que o mundo seria melhor se cada um fizesse o que estava ao seu alcance para viver em Paz, sem nenhuma imposição, lei ou ordem de governos. Se todos dessem a sua contribuição tudo ficaria em Paz.

O QUE APRENDEMOS:

Se você também sonha com um mundo melhor, onde as pessoas vivam em harmonia, onde o equilíbrio não seja só uma palavra, mas uma ação, então, faça a sua parte!
Leve a PAZ com você onde quer que vá!!!

André Lyra

OLHE PARA CIMA


Amados,Um jovem marinheiro ia fazer sua primeira viagem para o alto mar. Já em pleno mar, o navio enfrentou uma tempestade. O jovem marinheiro recebeu ordens para subir e verificar as condições das velas. Enquanto estava subindo, cometeu um erro e olhou para baixo. O movimento do navio junto com o das águas deixou o marinheiro principiante assustado, e ele começou a perder o equilíbrio. Um outro marinheiro, mais velho e experiente, vendo o que acontecia, gritou para o rapaz: - Olhe para cima! Olhe para cima! E assim fez o jovem marinheiro. Olhou para o alto e recuperou seu equilíbrio.

O QUE APRENDEMOS:

Quando nos deixamos dominar pelo fracasso e renunciamos ao direito de novas tentativas. Isso acontece porque estamos olhando para baixo e perdendo o equilíbrio. Se você acha que não há saída para suas lutas, olhe para cima, olhe para DEUS!

André Lyra

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DE QUEM É A CULPA?


Uma casal saiu de férias e, ao voltar, encontrou a casa arrombada. Os ladrões tinham levado tudo. O marido reclamou com a esposa que ela havia se esquecido de trancar a casa. A esposa, por sua vez, colocou a culpa no marido dizendo que ele sempre se esquecia de fechar a porta com a chave. A discussão começou a ficar séria e os vizinhos chamaram um padre parar acalmar os ânimos. Então, o padre falou para o casal: - Será que vocês não percebem que os ladrões é que são os verdadeiros culpados pelo roubo? O QUE APRENDEMOS: Vivemos culpando uns aos outros e terminamos carregando uma culpa que não é nossa. Devemos assumir sempre os nossos erros, mas nunca assumir uma culpa que não é nossa.

PENSE NISSO!
André Lyra

terça-feira, 23 de novembro de 2010

PRESTE BEM ATENÇÃO


Se você tem talento mas não tem iniciativa, cuidado! Poderá ser como uma lagarta que não chega ao seu casulo. Ela nunca irá se transformar; ficará limitada a sempre rastejar no chão, mesmo tendo o potencial de voar.

(André Lyra)