terça-feira, 10 de agosto de 2010

DIFERENTES ESTAÇÕES


Amados,Um homem tinha quatro filhos.
E ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado. Por isso, mandou cada um viajar até um lugar distante onde estava plantada uma grande mangueira.
A missão de cada um era mesma: deveriam observar a mangueira com muita atenção.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão, e o quarto, e mais jovem, foi no Outono.
Depois que todos os filhos voltaram, o pai os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto.
O primeiro filho, que foi no Inverno, disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho, que foi na Primavera, falou que não, que a árvore era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas.
O terceiro filho, que foi no Verão, discordou, dizendo que a árvore estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais maravilhosa que jamais viu em sua vida.
O último filho, que foi no Outono, discordou dos irmãos. Ele disse que a árvore estava carregada e curvada, cheia de frutas, vida e promessas...
O pai então, disse aos filhos que todos eles estavam certos, porque tinham visto apenas uma estação da vida da árvore. Então explicou que, não se podia julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação.
E o pai concluiu:
- Sabe filhos, se desistirmos quando for Inverno, perderemos a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono. Por isso, meus filhos, não permitam que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julguem a vida apenas por uma estação difícil.

O QUE APRENDEMOS:

Mesmo diante das dificuldades da vida, seja perseverante.

André Lyra

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

AS COLHERES DE CABO COMPRIDO


Amados,Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Seguiram primeiro para o Inferno.
Quando a porta foi aberta, o homem viu um grande caldeirão contendo uma suculosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma daquelas pessoas segurava uma colher de cabo muito comprido, que as ajudava alcançar o caldeirão. Porém, essas colheres não permitiam que as pessoas colocassem a sopa na própria boca.
Por isso, o sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o Céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira:
Havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. Mas com uma diferença: todas as pessoas estavam satisfeitas.
Não havia fome, nem sofrimento.
O homem, não compreendendo, perguntou:
- Por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala elas morrem de aflição, já que é tudo igual?
Deus respondeu:
- Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.


O QUE APRENDEMOS:

Quando compartilhamos, a vitória é certa.

PENSE NISSO!
André Lyra

EU TE AMO, PAI!!!


Um jovem, quando adolescente, brigava muito com seu pai.
O tempo passou. Ele agora, já adulto, morava longe do pai, estudava medicina, se sustentava e havia dispensado a mesada que recebia de seu pai.
Mas algo o incomodava: o fato de ter sido ingrato com o pai, que teve sempre muita paciência com ele.
Por isso, decidiu que iria visitar o pai e abrir seu coração. Diria ao pai o quanto o amava.
O jovem, então, foi visitar o pai.
Durante o almoço, o jovem tentou por diversas vezes, falar do afeto que tinha pelo pai. Mas não conseguiu. A voz não saía. Ele tentou mais uma vez:
- Pai ...
O pai, pergunta:
- O que é filho?
E o jovem, disfarça:
- Me dá o sal, por favor?
Faz uma pausa e pede:
- Pai, me passa a salada?
Mais uma vez o jovem não conseguiu abrir seu coração para o pai.
Depois do almoço, se deitou na rede que tinha na varanda e começou a pensar: “Eu sou um covarde, não consegui falar para o meu pai o quanto eu gosto dele... Mas não saio daqui hoje sem dizer isso a ele!”
Um hora depois, foi procurar o pai, que estava alimentando as galinhas. Se aproximou e disse:
- Pai ...
O pai, continuando a fazer seu trabalho, perguntou:
- O que é filho?
O jovem, mais uma vez não conseguiu tocar no assunto que queria, e disfarçou ...
- Me empresta esse martelo?
O pai deu o martelo para o filho, que ficou calado.
Minutos depois, foram fazer um lanche. O rapaz não conseguia se abrir e pensava: “Nossa! como é difícil falar de amor para uma das pessoas que eu mais amo!”
O pai terminou seu lanche e avisou que iria até a cidade fazer umas compras.
Com medo de perder mais uma oportunidade, o jovem correu até o carro, olhou bem nos olhos dele e falou:
- PAI, EU AMO VOCÊ!
Nesse momento, o rapaz começou a chorar. Era muita emoção. Dizer aquelas palavras depois de tantos anos, foi difícil, mas ele finalmente havia conseguido.
O pai continuou olhando para o jovem, calado, mas pensativo.
Então, disse:
- Filho, se está precisando que eu volte a te dar dinheiro, tudo bem, não tem problema, a gente se aperta e acaba dando um jeito.
O jovem ficou atônito. Com raiva, concluiu que o pai não compreendia o amor que ele sentia, e que só pensava em dinheiro.
O tempo passou. E o jovem voltou a visitar o pai.
Fizeram tudo igual: almoçaram, deram comida para as galinhas, e no final da tarde lancharam.
Logo após o lanche, o pai disse que iria até a cidade.
Os dois se despediram e pegaram seus carros.
Quando o jovem acelerou, ouviu a buzina da caminhonete do pai, que estava atrás.
O rapaz parou, saiu de seu carro e foi ver o que era.
O pai abriu o vidro e disse:
- Sabe, filho, o que você disse naquele dia foi a coisa mais importante da minha vida.
Disse isso e foi embora, deixando o jovem ali, pensativo.
Foi então, que o jovem percebeu o quanto foi difícil também para seu pai abrir o coração e aceitar a declaração de amor que ele havia feito.
O jovem se lembrou que o pai havia ficado órfão aos 7 anos de idade, que teve de trabalhar desde cedo para sobreviver e, com certeza, aprendeu a esconder a sensibilidade para não sofrer.
A partir daquele dia, abrir o coração deixou de ser proibido entre pai e filho.


O QUE APRENDEMOS:
Dizer eu te amo, às vezes pode dar trabalho, mas o resultado dessa declaração, é maravilhoso !!!

André Lyra

sábado, 7 de agosto de 2010

O MELHOR PRESENTE PARA MEU PAI


Amados,Um jovem de 22 anos, aguardando uma cirurgia num hospital, conversava com seu pai:
- Pai, tomara que domingo, Dia dos Pais, eu já esteja em casa. Quero te dar um presente muito legal que comprei ...
O rapaz fez uma pequena pausa e continuou:
- Sabe pai, eu me senti muito mal, quando tinha dez anos, porque não podia te dar um presente no Dia dos Pais.
O pai, pensativo, falou:
- Sabe filho, eu me lembro bem daquele sábado, véspera do Dia dos Pais, quando vi você numa loja. Vi quando você pegou algo e escondeu no seu bolso. Eu sabia que você não tinha dinheiro e fiquei muito triste porque pensei que você iria sair da loja sem pagar.
O filho, emocionado, só escutava o que pai dizia.
E o pai concluiu:
- Mas, felizmente, logo depois, você tirou do bolso o que tinha apanhado e colocou de novo no lugar.
Você saiu de lá decepcionado. E passou o dia inteiro fora de casa. Provavelmente, pensou que eu tinha ficado chateado porque você não podia me dar um presente...
Mas você estava enganado, filho. Quando você devolveu o que pegou naquela loja, não envergonhando a Deus, como te ensinamos em casa, você me deu o melhor e maior presente de toda a minha vida!



O QUE APRENDEMOS:

O melhor presente que um pai pode receber de um filho é a certeza de que a educação que deu a ele, os valores que ensinou a ele, não foram em vão.
A obediência, o respeito e o amor, são grandes e valiosos presentes dos filhos aos seus pais.


DEDICADO A TODOS OS PAPAIS COM MUITO AMOR E CARINHO...
FELIZ DIA DOS PAIS!!!
Emocionado,
André Lyra

O NÓ NO LENÇOL


Amados,Durante uma reunião de pais em uma escola de comunidade carente, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Ela destacou que os pais precisavam se fazer presentes para os filhos.
A diretora entendia que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhava fora. Porém defendia, que eles deveriam achar um tempinho para se dedicar e atender às crianças.
A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e, na sua maneira humilde, explicou que não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana. Isso acontecia porque, quando ele saía para trabalhar era muito cedo, e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava, era muito tarde e o menino também já estava dormindo.
Aquele pai explicou que precisava trabalhar para sustentar a família e que o fato de não conseguir falar com o filho, por causa dos horários desencontrados, o deixava angustiado. Mas logo em seguida, surpreendeu a todos, principalmente a diretora, ao contar o que fazia para diminuir seu sentimento de culpa.
Ele contou, que todas as noites quando chegava em casa, ia até a cama do filho adormecido e lhe dava um beijo no rosto. E para que o menino soubesse de sua presença, dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente, todas as noites, quando ia beijá-lo. No dia seguinte, quando o filho acordava e via o nó no lençol, tinha a certeza de que o pai foi em seu quarto lhe dar um beijo.
Esse era o elo de comunicação entre pai e filho.
Mais surpresa ainda a diretora ficou, quando constatou que o filho daquele homem era um dos melhores alunos da turma.

O QUE APRENDEMOS...

MEUS QUERIDOS,

Esta história nos faz pensar sobre muitas maneiras dos pais se fazerem presentes, de se comunicarem com seus filhos.
Esse pai encontrou a maneira dele. E o mais importante, seu filho percebeu isso.
Não importa a maneira que você se comunica com seus filhos, mas sim a qualidade desta comunicação.
Comunique-se sempre com o coração, com amor... e o resultado, com certeza, será sempre o melhor.


PAPAIS,REFLITAM BASTANTE E TENHAM UM DOMINGO ABENÇOADO!

Com Muito Carinho,
André Lyra

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

NUNCA É TARDE DEMAIS


Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai. Lucas 15:18

Amados,Nunca é tarde demais para decidir a melhor direção para a sua vida.

Nunca é tarde demais para viver uma vida com propósito, significado, alegria e amor. Não importa quanto tempo você já acha que já tenha desperdiçado, nunca é tarde para retirar o melhor deste momento em que você se encontra.

Não importa os erros do passado e o aparente retrocesso irreversível, nunca é tarde demais para seguir uma nova e correta direção. No momento em que você decide viver uma vida plena, o passado deixa de ter um poder controlador sobre a sua vida.

Onde você está agora é exatamente onde você precisa estar. Com gratidão em seu coração pela jornada que o trouxe até aqui, tome a decisão de retirar o melhor de onde você está. Começando neste lugar onde você se encontra, você pode partir para a direção que desejar. Nunca é tarde demais para tomar a melhor de todas as decisões. Deixe para trás os desapontamentos, as frustrações, os retrocessos e as experiências negativas que você acumulou. Nunca é tarde demais para que - pela graça de Deus - você possa se tornar aquela pessoa real, autêntica, singular e preciosa que você realmente é.


PENSE NISSO!
André Lyra

O QUE É A VERDADE?


Quando Jesus foi levado para ser julgado por Pilatos, este lhe fez a seguinte pergunta: "O que é a verdade?".

Amados,Está escrito na Bíblia que Jesus não respondeu a pergunta. E por que ele teria feito isso, muitos ainda perguntam. A resposta é muito óbvia, Jesus passou aproximadamente três anos e meio dizendo em palavras, atitudes de misericórdia, compaixão, amor e poder sobrenatural: _ "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6). Portanto, tudo o que tinha que ser dito por Ele já havia sido feito. Cabia ao homem então crer, e assim é até os dias de hoje.

Entendemos que cabe a nós cristãos vivermos para o desempenho da tarefa de anunciar ao mundo a Palavra de Deus, senão não há outra razão de sermos cristãos e continuarmos a vida aqui neste mundo, na qual vivemos por algum tempo, na verdade por muito pouco tempo.

O tempo passa, nós passamos, mas a Palavra de Deus permanece para sempre.

Nós nos encontramos na linha do tempo, enquanto que Deus está fora dela, olhando e nos observando, vendo o homem escrever sua própria história. Alguns escrevem uma história de fé e triunfo, outros escrevem uma história de incredulidade e derrota. Alguns pela fé, por meio de Jesus, encontram o amor de Deus, enquanto outros morrem sem nunca se sentirem amados por Ele. O que faz a diferença? A escolha faz a diferença: crer ou não crer. Quem crer verá a glória de Deus, porém quem não crer, continuará cego.


PENSE NISSO!
André Lyra