
Enfim, meu querido amigo: nada muda se você não mudar.
André Lyra

Esta semana uma tragédia, protagonizada por dois jovens, culminou na morte do filho de 18 anos da atriz Cissa Guimarães. Ele andava de skate em um túnel fechado quando foi atropelado por um motorista, jovem de 25 anos, que estaria apostando corrida com um amigo. Ambos estavam em um comportamento de risco, e é sobre isso que eu quero falar: Quem não tenta não corre riscos, mas também nada consegue. Tentar é arriscar a falhar. Não há, portanto, ação humana que não traga implícito algum risco. O que há são pessoas dispostas a enfrentar esses riscos, enquanto outras fogem deles. Na juventude temos mais inclinação ao comportamento afoito, que se reflete no cérebro em função do aumento de uma substância chamada dopamina, que nos leva a um verdadeiro estado de transe. Esta caça de sensações tem diferentes níveis e comportamentos. Daí, principalmente nesta fase da vida, a busca de emoções Por exemplo: andar de montanha russa, ver um filme de terror estimulam sem criar um risco físico.
Outros precisam de um incentivo maior, recorrem aos esportes radicais, como pular de para-quedas, saltar de grandes alturas amarrado por um elástico, etc. A propensão pelo perigo manifesta-se de maneira muito diferenciada em cada indivíduo. O problema surge quando o perigo não é ignorado, mas o risco de sua incidência é mal avaliado, movido por um otimismo inconsequente. Acha que nada vai acontecer mas, infelizmente, às vezes acontece. Enfim, meu querido internauta: não há sorte nem desgraça. O que há é prudência e imprudência.
André Lyra
Existe a história de 3 homens que construíam uma catedral. Um transeunte, observando um homem cavando uma vala para os alicerces, perguntou-lhe o que fazia. Sua resposta foi: “Estou cavando um buraco”. Um pedreiro, ao ser perguntado a mesma coisa, respondeu: “Estou construindo uma parede”. Outro operário empurrava um carrinho de mão cheio de pedras para o canteiro de obra. Ao lhe ser feita a mesma pergunta, seu rosto se iluminou de entusiasmo e ele respondeu: “Estou construindo uma catedral”. Meu querido internauta: o sucesso em qualquer atividade exige dois ingredientes vitais: entusiasmo e perseverança. Ambos podem ser fortalecidos pela visão mais ampla, que olha além de dificuldades e desapontamentos temporários e alonga a vista para uma grande meta. O que é que você está fazendo com sua vida? Está simplesmente em movimento ou construindo alguma coisa digna e duradoura? São perguntas como essas que devemos fazer a nós mesmos. Ao cultivar entusiasmo e perseverança, você também cultiva poder.
PENSE NISSO!!!
André Lyra
Amados, um próspero fazendeiro se tornou famoso por sua abundante plantação de milho. Todos os anos, no concurso da melhor plantação, ele era sempre o primeiro colocado. No setor de milho era imbatível. Certo dia, um repórter foi entrevista-lo:
-Qual é o segredo de seu sucesso? Como seu milho pode ter uma qualidade tão boa a ponto de ser o melhor da região?
-Bem, o segredo está em compartilhar a semente de qualidade com meus vizinhos plantadores de milho - (respondeu o agricultor).
-Mas, como, se o senhor distribui suas sementes de qualidade para que seus concorrentes tenham um milho tão bom quanto o seu?
—Tornou a indagar o repórter.
-Sim! Esse é o segredo de eu ter sempre um milho de qualidade, pois o vento carrega o pólen do milho maduro e leva-o de campo
O QUE APRENDEMOS:
Tudo o que você partilha voltará um dia para você. Reflita sobre o que você tem partilhado do muito que Deus tem lhe dado:VIDA, SAÚDE, PAZ, AMOR, ALEGRIA, UNÇÃO, RECURSOS FINANCEIROS E FÉ.
Precisamos adquirir o hábito de doar aos outros como se fosse ao SENHOR.
ABENÇÕE SEU PRÓXIMO!
Carinhosamente,
Havia um chefe, que era considerado o superior de chefes de todas as tribos indígenas, por sua força física e sabedoria. Pensando no bem estar de sua tribo, ele criou leis severas, para todos os fins, que como juiz imparcial, fazia cumprir com rigor.
O tempo passou, mas, um grave problema começou a acontecer na tribo. Alguém estava cometendo pequenos roubos. Muito triste, o chefe reuniu a tribo e alertou que as leis foram feitas para proteger e ajudar a todos, e que não havia necessidade de ocorrerem roubos. Assim, ele determinou que o culpado teria o castigo habitual aumentado de 10 para 20 chicotadas.
Porém, os roubos continuaram, e novamente, o chefe reuniu o grupo e aumentou o castigo para 30 chicotadas.
De nada adiantou, pois os roubos ñ pararam e, então, o chefe fez outra reunião e pediu:
- Por favor, estou pedindo para o bem de voces: os roubos precisam parar. Isso está causando sofrimento entre nós.
Como todos continuaram calados, o chefe resolveu aumentar o castigo para 40 chicotadas.
Naquele dia, os que estavam perto do chefe, viram que uma lágrima descia do seu rosto. Foi aí que, finalmente, um homem veio dizer que já sabia quem estava praticando roubos na tribo.
A notícia se espalhou e todos se reuniram para ver quem era.
O rosto do chefe ficou sem cor por causa do susto e do sofrimento quando viu quem era o culpado: a sua própria mãe, uma senhora idosa e frágil. O chefe pensou: “e agora, o que vou fazer?”
Todos da tribo queriam saber se o chefe seria imparcial, como sempre foi, cumprindo a lei mesmo sendo sua própria mãe a culpada pelos roubos.
Será que o amor por sua mãe seria capaz de impedir o chefe de cumprir a lei que ele mesmo criou?
Essa era a pergunta que os membros da tribo queriam fazer, mas ficaram calados, à espera da decisão do chefe, que parecia estar numa luta contra ele próprio. Depois de um longo silêncio, o chefe, muito sábio, disse:
- Meu amado povo, faço isso pela nossa segurança e pela nossa paz. As 40 chicotadas devem ser aplicadas, porque o sofrimento que este crime nos causou, foi grande demais.
Imediatamente, o chefe acenou a cabeça e os guardas fizeram a mulher dar um passo à frente. Um deles, o executor do castigo, retirou o manto que cobria as costas magras e frágeis daquela senhora, e começou a se preparar para dar as chicotadas.
Nesse momento, o chefe deu um passo à frente, retirou seu próprio manto e a tribo pôde ver seus ombros largos, firmes e queimados do sol. Com muito carinho, ele abraçou sua mãe, a protegendo com o próprio corpo, da dor das chicotadas.
Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, o chefe encostou seu rosto no da sua mãe, que também chorava, e falou algo baixinho para ela. Então, fez um sinal afirmativo, para que o executor, se aproximasse e ferisse seus ombros fortes.
E assim foi feito. Uma chicotada após outra, até completar 40.
Um momento inesquecível para toda a tribo, que aprendeu, naquele dia, como se pode harmonizar, com perfeição, o AMOR E A JUSTIÇA.
O QUE APRENDEMOS:
O amor é vida.
E a compaixão, mostra sua grandeza e a importância de sua existência.
Podemos punir, mas sempre com o limite que o amor pode nos dar.
André Lyra
Um famoso tenista, depois de ter vencido um importante torneio, seguiu para o estacionamento onde estava seu carro.
Neste momento, uma mulher se aproximou, e depois de parabenizá-lo pela vitória, começou a chorar. O tenista, comovido, tentou acalmar a mulher e, ao ver que ela estava mais calma, perguntou o que havia acontecido e a deixado tão desesperada.
A mulher, se mostrando mais calma, contou que seu filho estava muito doente, precisando ser internado e correndo o risco de morrer, se não fizesse uma cirurgia. Mas ela não tinha condições de pagar, daí seu desespero.
O tenista, sensibilizado com a história, imediatamente, deu à ela parte do dinheiro do prêmio que havia recebido naquela tarde.
Uma semana depois, durante um almoço, ele comentou a história daquela mulher com alguns amigos. Um deles perguntou:
– A mulher que você está falando era loura e tinha uma pequena cicatriz embaixo do olho esquerdo?
O tenista confirmou:
- Sim, uma senhora loura, chorava sem parar ...
O amigo, então, falou:
– Você foi enganado. Essa mulher é uma vigarista que vive contando a mesma história para todos os tenistas estrangeiros que aparecem por aqui.
Surpreendido, o tenista perguntou:
– Então, quer dizer que não existe nenhuma criança à beira da morte?
O amigo disse:
– Não. É tudo mentira dessa vigarista para pegar o dinheiro das pessoas de bom coração. A polícia tem que pegar logo essa mulher que merece ficar na cadeia pelo resto da vida.
O tenista, parecia nem ouvir as palavras de revolta do amigo, e respirando tranqüilamente, disse:
– Bom, se não tem criança nenhuma correndo o risco de morrer, está tudo bem. Cara! Muito obrigado! essa foi a melhor notícia que recebi esta semana.
O QUE APRENDEMOS:
Quando nosso coração está voltado para fazer o bem, sempre veremos as coisas pelo lado positivo.
André Lyra